11/01/2019

No Campori, banco que troca lixo reciclável por “dinheiro”

Ideia está sendo praticada em mega acampamento de adolescentes em Barretos


O Campori Sul-americano de Desbravadores, que reúne 100 mil pessoas em Barretos até o dia 20 de janeiro, tem o desafio de coletar 100% do lixo produzido no Parque do Peão durante o evento. Uma das iniciativas é o Banco Global, que troca material reciclável por Camporitos – uma moeda sem valor monetário que pode ser trocada somente por produtos vendidos em um shopping montado no parque. Na relação de brindes, está um catálogo com diversas opções entre tênis, bonés, camisetas, corda para fazer nós, chaveiros, toalhas e até mesmo machadinhas.


Ao todo, o Banco Global recebe 12 tipos de materiais, cada um com a sua cotação, que geralmente são descartados no lixo sem separação, como pilhas, metais e plásticos. A previsão é que ao final das duas edições do Campori sejam arrecadadas cerca de 10 toneladas de material reciclável.


O principal objetivo da iniciativa é criar a consciência entre os desbravadores de que parte do que é descartado e considero lixo tem valor. O coordenador do Banco Global, Erasmo Gazolli, argumenta que a ideia é que as crianças aprendam a organizar o lixo de acordo com cada material. “Se soubermos separar esses materiais, nós economizamos novos recursos naturais, além de poupar o meio ambiente do trabalho de decompor de forma orgânica, em um processo que dura décadas, quando não séculos”, explicou.


O material recolhido será repassado para uma empresa de reciclagem da própria região de Barretos. A empresa também ficará encarregada de dar destinação adequada para materiais que não podem ser reciclados, como pilhas e lixo eletrônico.


ASSESSORIA


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